What can I say? (sceptique_nina) wrote in theories_on_all,
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Mais uma teoria roubada....

Dessa vez, do meu primo Bruno.
Esta teoria aparece tb em protesto ao anônimo q postou coisas estúpidas no site da Quel.


"Minha prima Raquel foi xingada por alguem por desenvolver um movimento neo-feminista. Eu sou completamente a favor de todos os tipos de movimentos, sejam geniais, tolos, ou completamente retardados. Porem, existem somente alguns com selo de qualidade Charolastra:


MOVIMENTO NEO-MACHISTA:


Sou homem, branco, causasiano, classe média alta, heterossexual, hiv negativo, não tenho deficiencia física ou mental, não sou gordo, nem feio, nem burro. Estes são os tipos de preconceito mais prováveis de acontecer com uma pessoa no Brasil. E se em vez de homem eu fosse mulher? Could I have been....a woman?

Por quase uma década as mulheres lutam para serem iguais aos homens, terem os mesmos direitos. Não conseguiram. Gritam, se separam, abortam, viram lésbicas e "independentes", mas simplesmente não conseguem.

O problema é que elas acham que mudaram, mas na verdade não. Continuam, por trás de uma fachada mais liberal e independente, a querer alguém que preste atenção nelas e diga bobagens românticas. O príncipe encantado. Para a sorte delas surgiram as academias, que prolongam a sua maior atratividade para os homens por mais uns 10 anos, e permite que velhas divorciadas agarrem garotões de corpo igualmente malhado.

O movimento neo-machista é contra a atual situação da mulher e, diferente do antigo machismo, quer ajudá-las a atingir nosso nível de desenvolvimento. Os neo-machistas não agüentam mais ter que assistir novela e conversar sobre coisas retardadas com mulheres sem senso de humor e pouca cultura. O que nós pretendemos é tornar cada vez mais mulheres mais interessantes, sem relegar a atenção ao corpo. Observamos que elas durante décadas não o fizeram sozinhas, grande parte por oposição masculina.

Pensamos ser nosso dever auxiliá-las neste processo, promovendo conversas em bar e dando sugestão de filmes, livros, músicas, comportamento, cursos de relacionamento no século XX, primeiro, depois no século XXI, para tirá-las do romantismo do século XIX, sem choques muito grandes.

Mulheres do mundo: Uni-vas! A nós."
E eu concordo plenamente.
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